sábado, 16 de maio de 2009

Odeio Despedidas

Simplesmente odeio despedidas, sejam elas pacificas ou não, eu tenho a impressão de que cada vez que isso acontece um pedaço de alguma coisa dentro de mim é arrancado. Não importa se era necessário ou se foi algo repentino, quando paro para pensar doí. Me refiro a despedidas físicas e despedidas da parte de desistência, de não querer insistir em algo que já se foi.

As despedidas 'não-amigáveis' são as mais dolorosas, pois no meu caso não consigo me lembrar das coisas boas e sim apenas do fim. Não que eu tenha sofrido de amnésia e tudo tenha virando 'um branco', mas é como se a pior parte prevalecesse sobre todas as coisas boas, que estão em algum lugar da minha cabeça. E se pensarmos friamente não era para ser assim, era para colocarmos na cabeça que apesar de tudo teve seus bons momentos.

Mas por que será que por mais que eu me esforce não consigo pensar assim?

Quando digo que odeio despedidas falo das mais variáveis que possam existir... alguém que falece, um amigo que não é mais, um namoro que acabou ou coisas menores que isso.

Como diz em Encontros e Despedidas: ... tem gente que vai pra nunca mais.
De um jeito ou de outro, eu só consigo pensar no fim. Afinal é o 'The End'. Acabou.

Eu odeio despedidas, pois parece que não há segunda chance e as vezes 'realmente' não há segunda chance.

E é sempre tão doloroso saber que não há mais nenhuma tentativa de ficar apenas com os bons momentos... portanto acho que devemos sempre ao máximo ter bons momentos com quem gostamos quem sabe eles consigam permanecer na nossa memória.
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